Três vezes amor e um poema lindo

Esses dias assisti ao filme Três vezes amor, com um ator que amo de paixão, o fofo Ryan Reynolds.












Sinopse: Will Hayes é jovem de 30 e poucos anos que vive em Manhattan com a filha de 10 anos de idade, Maya. Will está se divorciando, quando Maya decide querer saber absolutamente tudo sobre como os pais se conheceram e se apaixonaram. Will não se intimida e começa a contar, mas descreve a ela três de seus relacionamentos passados, dando detalhes de cada uma das mulheres. Mas ele troca os nomes, para que a filha descubra com qual ele veio a se casar. À medida que Maya começa a juntar as peças daquele quebra-cabeças, a menina passa a entender que o amor não é tão simples quanto parece.





Minha opinião: O filme é uma graça. Você se identifica com o personagem e as histórias de amor fracassado. Uma história linda que fala sobre corações partidos, volta por cima e o encontro do verdadeiro amor que às vezes está mais perto do que você imagina. Amei o filme. É estilo sessão da tarde, água-com-açúcar mas te faz refletir sobre um monte de coisas. outra coisa bela no filme é a dedicatória de um poema que o pai deixa para uma das personagens.Deixo-o aqui para vocês!







"To my darling daughter, April. 'The human heart has hidden treasures in secret kept, in silence. The thoughts, the hopes, the dreams, the pleasures whose charms were broken if revealed.' Fom your loving father."










"Para minha querida filha, April. 'O coração humano tem tesouros ocultos, no silêncio mantido os pensamentos, as esperanças, os sonhos, os prazeres, cujo os encantos se quebram se revelados.' De seu amado pai "


Morar junto sim, casar não!




The New York Times



Casamento


(Jupiterimages)





Dois fatores contribuem para a diminuição dos casamentos entre adultos de 25 a 34 anos, disse Andrew Cherlin, sociólogo da Universidade Johns Hopkins: menos casamentos formais e mais uniões informais, hoje muito mais aceitas socialmente, inclusive com filhos






Os Estados Unidos ultrapassaram um importante limiar conjugal em 2009. O número de jovens adultos que nunca se casaram superou, pela primeira vez em mais de um século, o de casados. 





O declínio no número de casamentos já vinha há longo prazo, mas se acelerou durante o período de recessão, de acordo com novos dados do censo americano. Atualmente, há mais casais adiando o casamento ou até simplesmente optando por viver juntos sem oficializar a relação.





"As pessoas não têm certeza sobre estabilidade no emprego e muitas estão desempregadas", disse Mark Mather, do Population Reference Bureau, um grupo privado de pesquisa que analisou os dados do censo. "Casar é obviamente um grande passo e, se você não está confortável sobre seu futuro, faz sentido adiar uma decisão importante como essa."





Will McElroy, 26 anos, de Atlanta, namora Ann há três anos. O casal discutiu o casamento, mas ele perdeu o emprego de programador de computadores este ano e agora está mais focado na busca de trabalho do que em planejar o futuro.





"Sim, definitivamente é preciso dinheiro para casar", disse ele. "Ser casado significa comprar uma casa e ter filhos, certo?" Yara Holt, que organiza casamentos em Saint Louis, disse que um casal havia acabado de cancelar a cerimônia para 230 convidados. "Eles simplesmente decidiram que não iriam gastar dinheiro agora", disse. 





Entre a população total de 18 anos ou mais, a proporção de homens e mulheres casados caiu de 57% em 2000 para 52% em 2009 – o menor porcentual desde que o governo começou a coletar dados, há mais de 100 anos. A porcentagem de mulheres adultas casadas caiu abaixo da metade, para 49,9%.





Dois fatores contribuem para a diminuição dos casamentos entre adultos de 25 a 34 anos, disse Andrew Cherlin, sociólogo da Universidade Johns Hopkins: menos casamentos formais e mais uniões informais, hoje muito mais aceitas socialmente, inclusive com filhos. 





"É um erro pensar que todas as pessoas não casadas estão solteiras", disse Cherlin. "Muitos vivem com seus parceiros." Isso é especialmente verdadeiro, disse, entre os que não têm títulos universitários, que costumam esperar até que tenham segurança econômica para se casar. 





Joel Greiner, diretor de aconselhamento da Jornada, uma igreja de Saint Louis, disse que cerca de um terço dos casais em sua congregação vivem juntos antes do casamento. Para ele, falar de economia pode dissimular a questão principal. "Tem mais a ver com medo da intimidade e do casamento em si", disse. 





Segundo os dados federais, a proporção de jovens adultos que nunca se casaram aumentou de 35% no começo da década para 46% em 2009. 





O levantamento mostra, ainda, que tem havido grandes diferenças raciais nas taxas de casamento, com os negros muito menos propensos a se casar do que os brancos. Essa diferença, contudo, vem diminuindo à medida que as uniões informais se tornam mais populares entre os brancos, disse Cherlin. E muitos jovens adulto, segundo ele, estão adiando o casamento, sem renunciar a ele. 





McElroy, em Atlanta, disse que iria começar a pensar em casamento assim que encontrar um emprego e a economia se recuperar. "Não é muito romântico, é?", disse, com uma risada. 





Fonte: Veja on line


Pierre Cardin de volta às passarelas de Paris






Macacões da era espacial encontram vestidos de noiva de conto-de-fadas, grandes chapéus cloche e bijuterias de borracha no universo particular fashion de Pierre Cardin, que voltou nesta quarta-feira às passarelas da Semana de Moda de Paris. Após um longo período de ausência, o estilista de 88 anos mostrou, no segundo dia de desfiles do evento, um olhar prêt-à-porter para homens e mulheres com um perfume pop anos 60 sci-fi futurista.
 


O estilo clássico de Cardin não foi esquecido, como nos vestidos fluidos de noite, nas jaquetas de tweed em tons de terra e nos vestidos em tons pastéis, que pareciam mais apropriados para uma festa de casamento inglesa do que para uma viagem pela galáxia. Abrindo o desfile, que aconteceu fora do Champs Elysees, Cardin trouxe um casal com macacões idênticos em rosa-pink, com anéis em volta dos joelhos que pareciam saídos do filme cult de Stanley Kubrick,2001: uma Odisséia no Espaço.





Apareceram também na passarela do estilista casacos em tecido impermeável de aspecto molhado, em variações para homens e mulheres, em preto, prata e púrpura combinados a óculos escuros de design futurista e tiaras decoradas com parafusos e spikes (tachas pontudas). Outros estilos de macacões também tiveram vez, com modelagem mais solta e esvoaçante, em rosa-pink e prata florescente atados nos tornozelos e pulsos. Pulseiras, colares e tornozeleiras feitos de tubos de borracha, em rosa, laranja e verde, foram os acessórios para tops e calças pretas, enquanto as botas masculinas eram decoradas com detalhes de metal.





Em uma visão mais "terrestre", a jovem de Cardin aparece em minivestidos coloridos com saias de babados em vermelho e amarelo por cima de meias-calças, além de tops prateados e trenchcoats de modelagem ampla em azul brilhoso, laranja e rosa-pink. Boinas largas e grandes chapéus cloche, em forma de sino, estavam por toda parte, além de bolsas GG, grandes carteiras e bolsas quadradas decoradas com enormes laços de metal como alças.





Uma grande boina fúcsia foi combinada com uma capa de manga morcego e uma calça legging, em verde ou malva, enquanto um chapéu de duende chamava atenção combinado com um sério pulôver de nervuras e legging. O estilista francês também mostrou uma linha mais convencional, com tailleurs, vestidos coquetel em provocantes tons pastéis, com paetês púrpura e verde e tiras de tecido transparente esvoaçante nos ombros.





No grande final, os vestidos de noite apareceram em cores mais sóbrias e lembravam uma coleção para noivas, com modelos em seda ricamente bordada, mostrando que Cardin desfilou peças para todos os gostos nessa grande volta à moda parisiense.





Fonte: Veja on line